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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A SEMANA COM Fernanda Yamamoto - dia 07

Fernanda Yamamoto apareceu um pouquinho no Fashion Rio e gente feito Erika Palomino achou que tinha algo ali que merecia ser mais e mais mostrado.

Depois a moça sumiu da cena "hype" (alguém pode, por favor, assassinar essa palavra?), no que ela fez mais do que bem.

Fernanda se concentrou na suave e discreta transição do tridimensional da arquitetura para a tridimensional roupa. Na roupa, ela aprendeu a dobrar e a desdobrar - não só criando volumes outros, mas fazendo uma peça ter mais de um uso (o vestido-camisa-casaco ou o vestido 1-2-3).

Numa prova de que não funciona apenas num comprimento de ondas curtas, Fernanda abriu uma loja genial e linda (projeto dela) na Vila Madalena. Ali moram estilistas frescos na profissão, sem grana para ter espaço próprio, mas com fôlego para correr feito hamster na engrenagem do comércio.

E Fernanda entrou para o SPFW. E todo mundo achou genial.

Fernanda, no entanto, me intriga porque nada parece maior para ela do que descobrir como a gente pode morar numa roupa e de que forma essa roupa vai se relacionar com a cidade. Não é no estereótipo da roupa urbana, aquela que vem preta, com tachas, seca _ uma visão de que a vida na cidade é dura, amarga. E ponto.

Eu desconfio que ela busca uma alternativa (não perguntei, mas vou perguntar para não morar na suposição). Um jeito doce de ser urbana, sem cair na nostalgia, no hippismo, no campestre. Fernanda se veste de um jeito de quem leva uma vida intensa no asfalto, mas não se deixa atropelar por isso.

Por isso eu gosto tanto da primeira foto dessa semana, uma afirmação de que há muito mais do que o concreto entre nós.



Usa: Camiseta? De gaze de seda feltrada, Fernanda Yamamoto. Saia? Fernanda Yamamoto. Sapato? Ciao Mao.

Qual a melhor ideia do look? A camiseta nada básica.

domingo, 17 de outubro de 2010

A SEMANA COM Fernanda Yamamoto - dia 06

Fernanda Yamamoto apareceu um pouquinho no Fashion Rio e gente feito Erika Palomino achou que tinha algo ali que merecia ser mais e mais mostrado.

Depois a moça sumiu da cena "hype" (alguém pode, por favor, assassinar essa palavra?), no que ela fez mais do que bem.

Fernanda se concentrou na suave e discreta transição do tridimensional da arquitetura para a tridimensional roupa. Na roupa, ela aprendeu a dobrar e a desdobrar - não só criando volumes outros, mas fazendo uma peça ter mais de um uso (o vestido-camisa-casaco ou o vestido 1-2-3).

Numa prova de que não funciona apenas num comprimento de ondas curtas, Fernanda abriu uma loja genial e linda (projeto dela) na Vila Madalena. Ali moram estilistas frescos na profissão, sem grana para ter espaço próprio, mas com fôlego para correr feito hamster na engrenagem do comércio.

E Fernanda entrou para o SPFW. E todo mundo achou genial.

Fernanda, no entanto, me intriga porque nada parece maior para ela do que descobrir como a gente pode morar numa roupa e de que forma essa roupa vai se relacionar com a cidade. Não é no estereótipo da roupa urbana, aquela que vem preta, com tachas, seca _ uma visão de que a vida na cidade é dura, amarga. E ponto.

Eu desconfio que ela busca uma alternativa (não perguntei, mas vou perguntar para não morar na suposição). Um jeito doce de ser urbana, sem cair na nostalgia, no hippismo, no campestre. Fernanda se veste de um jeito de quem leva uma vida intensa no asfalto, mas não se deixa atropelar por isso.

Por isso eu gosto tanto da primeira foto dessa semana, uma afirmação de que há muito mais do que o concreto entre nós.



Usa: Vestido? Betsey Johnson. Tênis? Adidas.

Qual a melhor ideia do look? O vestido “bicho de pelúcia” para os dias mais frios.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A SEMANA COM Fernanda Yamamoto - dia 05

Fernanda Yamamoto apareceu um pouquinho no Fashion Rio e gente feito Erika Palomino achou que tinha algo ali que merecia ser mais e mais mostrado.

Depois a moça sumiu da cena "hype" (alguém pode, por favor, assassinar essa palavra?), no que ela fez mais do que bem.

Fernanda se concentrou na suave e discreta transição do tridimensional da arquitetura para a tridimensional roupa. Na roupa, ela aprendeu a dobrar e a desdobrar - não só criando volumes outros, mas fazendo uma peça ter mais de um uso (o vestido-camisa-casaco ou o vestido 1-2-3).

Numa prova de que não funciona apenas num comprimento de ondas curtas, Fernanda abriu uma loja genial e linda (projeto dela) na Vila Madalena. Ali moram estilistas frescos na profissão, sem grana para ter espaço próprio, mas com fôlego para correr feito hamster na engrenagem do comércio.

E Fernanda entrou para o SPFW. E todo mundo achou genial.

Fernanda, no entanto, me intriga porque nada parece maior para ela do que descobrir como a gente pode morar numa roupa e de que forma essa roupa vai se relacionar com a cidade. Não é no estereótipo da roupa urbana, aquela que vem preta, com tachas, seca _ uma visão de que a vida na cidade é dura, amarga. E ponto.

Eu desconfio que ela busca uma alternativa (não perguntei, mas vou perguntar para não morar na suposição). Um jeito doce de ser urbana, sem cair na nostalgia, no hippismo, no campestre. Fernanda se veste de um jeito de quem leva uma vida intensa no asfalto, mas não se deixa atropelar por isso.

Por isso eu gosto tanto da primeira foto dessa semana, uma afirmação de que há muito mais do que o concreto entre nós.



Usa: Colete? Urban Outfitters. Top? Hering. Saia? Julia Valle. Sapato? Ciao Mao. Clutch? Daniella Zylberstjain.

Qual a melhor ideia do look? Servir para uma reunião mais formal.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A SEMANA COM Fernanda Yamamoto - dia 04

Fernanda Yamamoto apareceu um pouquinho no Fashion Rio e gente feito Erika Palomino achou que tinha algo ali que merecia ser mais e mais mostrado.

Depois a moça sumiu da cena "hype" (alguém pode, por favor, assassinar essa palavra?), no que ela fez mais do que bem.

Fernanda se concentrou na suave e discreta transição do tridimensional da arquitetura para a tridimensional roupa. Na roupa, ela aprendeu a dobrar e a desdobrar - não só criando volumes outros, mas fazendo uma peça ter mais de um uso (o vestido-camisa-casaco ou o vestido 1-2-3).

Numa prova de que não funciona apenas num comprimento de ondas curtas, Fernanda abriu uma loja genial e linda (projeto dela) na Vila Madalena. Ali moram estilistas frescos na profissão, sem grana para ter espaço próprio, mas com fôlego para correr feito hamster na engrenagem do comércio.

E Fernanda entrou para o SPFW. E todo mundo achou genial.

Fernanda, no entanto, me intriga porque nada parece maior para ela do que descobrir como a gente pode morar numa roupa e de que forma essa roupa vai se relacionar com a cidade. Não é no estereótipo da roupa urbana, aquela que vem preta, com tachas, seca _ uma visão de que a vida na cidade é dura, amarga. E ponto.

Eu desconfio que ela busca uma alternativa (não perguntei, mas vou perguntar para não morar na suposição). Um jeito doce de ser urbana, sem cair na nostalgia, no hippismo, no campestre. Fernanda se veste de um jeito de quem leva uma vida intensa no asfalto, mas não se deixa atropelar por isso.

Por isso eu gosto tanto da primeira foto dessa semana, uma afirmação de que há muito mais do que o concreto entre nós.



Usa: Vestido? Tarcisio Almeida. Tênis? Adidas.

Qual a melhor ideia do look? Vestir os amigos é sempre um prazer.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A SEMANA COM Fernanda Yamamoto - dia 02

Fernanda Yamamoto apareceu um pouquinho no Fashion Rio e gente feito Erika Palomino achou que tinha algo ali que merecia ser mais e mais mostrado.

Depois a moça sumiu da cena "hype" (alguém pode, por favor, assassinar essa palavra?), no que ela fez mais do que bem.

Fernanda se concentrou na suave e discreta transição do tridimensional da arquitetura para a tridimensional roupa. Na roupa, ela aprendeu a dobrar e a desdobrar - não só criando volumes outros, mas fazendo uma peça ter mais de um uso (o vestido-camisa-casaco ou o vestido 1-2-3).

Numa prova de que não funciona apenas num comprimento de ondas curtas, Fernanda abriu uma loja genial e linda (projeto dela) na Vila Madalena. Ali moram estilistas frescos na profissão, sem grana para ter espaço próprio, mas com fôlego para correr feito hamster na engrenagem do comércio.

E Fernanda entrou para o SPFW. E todo mundo achou genial.

Fernanda, no entanto, me intriga porque nada parece maior para ela do que descobrir como a gente pode morar numa roupa e de que forma essa roupa vai se relacionar com a cidade. Não é no estereótipo da roupa urbana, aquela que vem preta, com tachas, seca _ uma visão de que a vida na cidade é dura, amarga. E ponto.

Eu desconfio que ela busca uma alternativa (não perguntei, mas vou perguntar para não morar na suposição). Um jeito doce de ser urbana, sem cair na nostalgia, no hippismo, no campestre. Fernanda se veste de um jeito de quem leva uma vida intensa no asfalto, mas não se deixa atropelar por isso.

Por isso eu gosto tanto da primeira foto dessa semana, uma afirmação de que há muito mais do que o concreto entre nós.



Usa: Blusa? Flavia Aranha. Vestido? In.Use. Colar? Rosely Kasumi. Brinco? TUN. Tênis? Adidas.

Qual a melhor ideia do look? A camisa que virou vestido

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A SEMANA COM Fernanda Yamamoto - dia 01

Fernanda Yamamoto apareceu um pouquinho no Fashion Rio e gente feito Erika Palomino achou que tinha algo ali que merecia ser mais e mais mostrado.

Depois a moça sumiu da cena "hype" (alguém pode, por favor, assassinar essa palavra?), no que ela fez mais do que bem.

Fernanda se concentrou na suave e discreta transição do tridimensional da arquitetura para a tridimensional roupa. Na roupa, ela aprendeu a dobrar e a desdobrar - não só criando volumes outros, mas fazendo uma peça ter mais de um uso (o vestido-camisa-casaco ou o vestido 1-2-3).

Numa prova de que não funciona apenas num comprimento de ondas curtas, Fernanda abriu uma loja genial e linda (projeto dela) na Vila Madalena. Ali moram estilistas frescos na profissão, sem grana para ter espaço próprio, mas com fôlego para correr feito hamster na engrenagem do comércio.

E Fernanda entrou para o SPFW. E todo mundo achou genial.

Fernanda, no entanto, me intriga porque nada parece maior para ela do que descobrir como a gente pode morar numa roupa e de que forma essa roupa vai se relacionar com a cidade. Não é no estereótipo da roupa urbana, aquela que vem preta, com tachas, seca _ uma visão de que a vida na cidade é dura, amarga. E ponto.

Eu desconfio que ela busca uma alternativa (não perguntei, mas vou perguntar para não morar na suposição). Um jeito doce de ser urbana, sem cair na nostalgia, no hippismo, no campestre. Fernanda se veste de um jeito de quem leva uma vida intensa no asfalto, mas não se deixa atropelar por isso.

Por isso eu gosto tanto da primeira foto dessa semana, uma afirmação de que há muito mais do que o concreto entre nós.

Fernanda Yamamoto, estilista

Usa: Casaco? Hussein Chalayan. Bolsa? Daniella Zylberstjain. Sapato? Ciao Mao.

Qual a melhor ideia do look? A bolsa super-prática para levar em viagens.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A SEMANA COM Silvia Chreem - dia 07

Silvia e eu nos encontramos pela primeira vez no ateliê da joalheira Patricia Centurion. Carioca, ela veio a São Paulo apresentar as novas aquisições da Avec Nuance: Charlotte Olympia, Red Valentino, Anna Sui, Bottega Veneta, Anya Hindmarch.

A Avec é uma multimarcas de imports que começou há quatro anos como paraíso dos acessórios e agora expande para roupas - além de expandir os domínios do Rio para Brasília e São Paulo, com uma loja pocket show no Iguatemi (60 m2 comparados a 300 m2 do endereço na Capital Federal).

Enfim, currículos à parte, meu amor pelo estilo de Silvia foi à primeira vista. Ela vestia esse vestido-regata sob colete, ambos da Maria di Ripabianca. Intriga minha fashion intelligence quando há alguém no front com uma peça fora do óbvio e com um jeito de usar que confunde os olhos: é um vestido? como isso está amarrado? onde ela comprou a peça?

Passei um bom tempo conversando com Silvia, que vem - pelo lado do ex-marido - de uma família histórica de tecidos finos no Rio. Fomos de écharpes à taxação de importados e o impacto de tudo sobre o preço final: nada mal para recém-apresentadas.

Do que eu mais gostei na Silvia? Essa produção de cashmere diz tudo. Suave, discreta, luxuosa - no real sentido do luxo. Además, descobri que ela é expert em cashmere e, como a matéria-prima ensina, quem tem um digno não precisa de uma coleção de bobagens. Ela é a anticonsumo vazio e, afinal, para que mais do pior se você pode ter menos do melhor - por muito mais tempo?

Silvia Chreem, Rio de Janeiro


Usa: Blusa de tricô de algodão? Anne Fontaine. Cinto tipo “cordone” de fio de seda? D&G. Jeans? Juicy Couture. Bolsa de jeans? Valentino Garavani. Óculos? Bottega Veneta.

Qual a melhor ideia do look? O cinto! Por ser uma grande” corda”, pode ser produzido de várias formas.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A SEMANA COM Silvia Chreem - dia 06

Silvia e eu nos encontramos pela primeira vez no ateliê da joalheira Patricia Centurion. Carioca, ela veio a São Paulo apresentar as novas aquisições da Avec Nuance: Charlotte Olympia, Red Valentino, Anna Sui, Bottega Veneta, Anya Hindmarch.

A Avec é uma multimarcas de imports que começou há quatro anos como paraíso dos acessórios e agora expande para roupas - além de expandir os domínios do Rio para Brasília e São Paulo, com uma loja pocket show no Iguatemi (60 m2 comparados a 300 m2 do endereço na Capital Federal).

Enfim, currículos à parte, meu amor pelo estilo de Silvia foi à primeira vista. Ela vestia esse vestido-regata sob colete, ambos da Maria di Ripabianca. Intriga minha fashion intelligence quando há alguém no front com uma peça fora do óbvio e com um jeito de usar que confunde os olhos: é um vestido? como isso está amarrado? onde ela comprou a peça?

Passei um bom tempo conversando com Silvia, que vem - pelo lado do ex-marido - de uma família histórica de tecidos finos no Rio. Fomos de écharpes à taxação de importados e o impacto de tudo sobre o preço final: nada mal para recém-apresentadas.

Do que eu mais gostei na Silvia? Essa produção de cashmere diz tudo. Suave, discreta, luxuosa - no real sentido do luxo. Además, descobri que ela é expert em cashmere e, como a matéria-prima ensina, quem tem um digno não precisa de uma coleção de bobagens. Ela é a anticonsumo vazio e, afinal, para que mais do pior se você pode ter menos do melhor - por muito mais tempo?

Silvia Chreem, Rio de Janeiro

Usa: Camiseta de seda e echarpe “wrap-around”? Ambas BCBG. Jeans? Juicy Couture. Sandálias? Stella McCartney. Bolsa? Renauld Pellegrino

Qual a melhor ideia do look? Sem dúvida, o wrap de cashmere. Fácil, classudo, versátil.... Enfim, tudo que eu preciso.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A SEMANA COM Silvia Chreem - dia 05

Silvia e eu nos encontramos pela primeira vez no ateliê da joalheira Patricia Centurion. Carioca, ela veio a São Paulo apresentar as novas aquisições da Avec Nuance: Charlotte Olympia, Red Valentino, Anna Sui, Bottega Veneta, Anya Hindmarch.

A Avec é uma multimarcas de imports que começou há quatro anos como paraíso dos acessórios e agora expande para roupas - além de expandir os domínios do Rio para Brasília e São Paulo, com uma loja pocket show no Iguatemi (60 m2 comparados a 300 m2 do endereço na Capital Federal).

Enfim, currículos à parte, meu amor pelo estilo de Silvia foi à primeira vista. Ela vestia esse vestido-regata sob colete, ambos da Maria di Ripabianca. Intriga minha fashion intelligence quando há alguém no front com uma peça fora do óbvio e com um jeito de usar que confunde os olhos: é um vestido? como isso está amarrado? onde ela comprou a peça?

Passei um bom tempo conversando com Silvia, que vem - pelo lado do ex-marido - de uma família histórica de tecidos finos no Rio. Fomos de écharpes à taxação de importados e o impacto de tudo sobre o preço final: nada mal para recém-apresentadas.

Do que eu mais gostei na Silvia? Essa produção de cashmere diz tudo. Suave, discreta, luxuosa - no real sentido do luxo. Además, descobri que ela é expert em cashmere e, como a matéria-prima ensina, quem tem um digno não precisa de uma coleção de bobagens. Ela é a anticonsumo vazio e, afinal, para que mais do pior se você pode ter menos do melhor - por muito mais tempo?

Silvia Chreem, Rio de Janeiro


Usa: Suéter? Marc By Marc Jacobs. Blusa com gravata? Paul Smith. Calça? Ecole de Paris. Sapatos? Stella McCartney.

Qual a melhor ideia do look? A gravata no mesmo tecido da camisa. Chic e discreto para reuniões de negócios.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A SEMANA COM Silvia Chreem - dia 04

Silvia e eu nos encontramos pela primeira vez no ateliê da joalheira Patricia Centurion. Carioca, ela veio a São Paulo apresentar as novas aquisições da Avec Nuance: Charlotte Olympia, Red Valentino, Anna Sui, Bottega Veneta, Anya Hindmarch.

A Avec é uma multimarcas de imports que começou há quatro anos como paraíso dos acessórios e agora expande para roupas - além de expandir os domínios do Rio para Brasília e São Paulo, com uma loja pocket show no Iguatemi (60 m2 comparados a 300 m2 do endereço na Capital Federal).

Enfim, currículos à parte, meu amor pelo estilo de Silvia foi à primeira vista. Ela vestia esse vestido-regata sob colete, ambos da Maria di Ripabianca. Intriga minha fashion intelligence quando há alguém no front com uma peça fora do óbvio e com um jeito de usar que confunde os olhos: é um vestido? como isso está amarrado? onde ela comprou a peça?

Passei um bom tempo conversando com Silvia, que vem - pelo lado do ex-marido - de uma família histórica de tecidos finos no Rio. Fomos de écharpes à taxação de importados e o impacto de tudo sobre o preço final: nada mal para recém-apresentadas.

Do que eu mais gostei na Silvia? Essa produção de cashmere diz tudo. Suave, discreta, luxuosa - no real sentido do luxo. Además, descobri que ela é expert em cashmere e, como a matéria-prima ensina, quem tem um digno não precisa de uma coleção de bobagens. Ela é a anticonsumo vazio e, afinal, para que mais do pior se você pode ter menos do melhor - por muito mais tempo?

Silvia Chreem, Rio de Janeiro


Usa: Trench coat? Juicy Couture. Regata? Hering. Suéter? De gola V, Maria Di Ripabianca. Jeans? Marc by Marc Jacobs. Sapatilhas? De verniz, Lanvin. Bolsa? Anya Hindmarch.

Qual a melhor ideia do look? Hoje é dia de chuva no Rio de Janeiro. Então, é o trench de algodão. Textura e peso ideais para o clima incerto de hoje...Além disso quando fechado, ele fica igual a um vestido.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A SEMANA COM Silvia Chreem - dia 03

Silvia e eu nos encontramos pela primeira vez no ateliê da joalheira Patricia Centurion. Carioca, ela veio a São Paulo apresentar as novas aquisições da Avec Nuance: Charlotte Olympia, Red Valentino, Anna Sui, Bottega Veneta, Anya Hindmarch.

A Avec é uma multimarcas de imports que começou há quatro anos como paraíso dos acessórios e agora expande para roupas - além de expandir os domínios do Rio para Brasília e São Paulo, com uma loja pocket show no Iguatemi (60 m2 comparados a 300 m2 do endereço na Capital Federal).

Enfim, currículos à parte, meu amor pelo estilo de Silvia foi à primeira vista. Ela vestia esse vestido-regata sob colete, ambos da Maria di Ripabianca. Intriga minha fashion intelligence quando há alguém no front com uma peça fora do óbvio e com um jeito de usar que confunde os olhos: é um vestido? como isso está amarrado? onde ela comprou a peça?

Passei um bom tempo conversando com Silvia, que vem - pelo lado do ex-marido - de uma família histórica de tecidos finos no Rio. Fomos de écharpes à taxação de importados e o impacto de tudo sobre o preço final: nada mal para recém-apresentadas.

Do que eu mais gostei na Silvia? Essa produção de cashmere diz tudo. Suave, discreta, luxuosa - no real sentido do luxo. Además, descobri que ela é expert em cashmere e, como a matéria-prima ensina, quem tem um digno não precisa de uma coleção de bobagens. Ela é a anticonsumo vazio e, afinal, para que mais do pior se você pode ter menos do melhor - por muito mais tempo?

Silvia Chreem, Rio de Janeiro

Usa: Sapatilhas? Repetto. Saia? Ungaro. Cinto? Lanvin. Blusa? Juicy Couture. Jaqueta? GAP. Relógio? Nixon. Óculos? Alexander McQueen.

Qual a melhor ideia do look? Aa sapatilha Repetto. Linda cor azul e brilho vernizado. Além do conforto para um dia de trabalho.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

A SEMANA COM Silvia Chreem - dia 02

Silvia e eu nos encontramos pela primeira vez no ateliê da joalheira Patricia Centurion. Carioca, ela veio a São Paulo apresentar as novas aquisições da Avec Nuance: Charlotte Olympia, Red Valentino, Anna Sui, Bottega Veneta, Anya Hindmarch.

A Avec é uma multimarcas de imports que começou há quatro anos como paraíso dos acessórios e agora expande para roupas - além de expandir os domínios do Rio para Brasília e São Paulo, com uma loja pocket show no Iguatemi (60 m2 comparados a 300 m2 do endereço na Capital Federal).

Enfim, currículos à parte, meu amor pelo estilo de Silvia foi à primeira vista. Ela vestia esse vestido-regata sob colete, ambos da Maria di Ripabianca. Intriga minha fashion intelligence quando há alguém no front com uma peça fora do óbvio e com um jeito de usar que confunde os olhos: é um vestido? como isso está amarrado? onde ela comprou a peça?

Passei um bom tempo conversando com Silvia, que vem - pelo lado do ex-marido - de uma família histórica de tecidos finos no Rio. Fomos de écharpes à taxação de importados e o impacto de tudo sobre o preço final: nada mal para recém-apresentadas.

Do que eu mais gostei na Silvia? Essa produção de cashmere diz tudo. Suave, discreta, luxuosa - no real sentido do luxo. Además, descobri que ela é expert em cashmere e, como a matéria-prima ensina, quem tem um digno não precisa de uma coleção de bobagens. Ela é a anticonsumo vazio e, afinal, para que mais do pior se você pode ter menos do melhor - por muito mais tempo?

Silvia Chreem, São Paulo

Usa: Vestido? Anna Sui. Sapatos? Charlotte Olympia. Cinto? Acervo. Meia? Trifil fio 60. Relógio? Nixon.

Qual a melhor ideia do look? O cinto, que quebra o vestido em duas peças.

terça-feira, 16 de março de 2010

A SEMANA COM Maria Prata - dia 07

Entre a expo de YSL e o almoço no Le Fumoir, que ela confessou no twitter (@maria_prata) que adora, Maria Prata mantém o figurino du rôle, digamos, da fashion woman show.

À frente da Fashion TV, é o que se espera dela: as peças, as silhuetas e as marcas que gritam moda. Dá para se pautar por ela para saber o que é quente.

Mas o que eu amo na Maria é que a dominatrix não é a moda, mas a severidade quase monástica de se vestir (não me surpreenderia se Céline virasse sua grife-chave!).

Tudo é preciso, sharp, direto ao ponto - e faz todo o sentido que ela tenha o corte de cabelo à Rei Kawakubo (nesta foto, com a franjinha suavizada pelo vento) para um rosto de traços fortes. Mmmm....

Há sempre uma peça que pesa mais (no bom sentido, em oposição a muitas falando ao mesmo tempo). Saber escolher a protagonista e as coadjuvantes é uma lição a se aprender nos novos tempos de novo mínimo na moda.

ps. Os programas de Paris vão ao ar no dia 9 de abril.

Maria Prata, Paris
Foto Vogue França


Usa: Top? Alexandre. Saia e cinto? Reinaldo. Casaco? Samuel.

Qual a melhor ideia do look? O mais incrivel desse look eh q ele saiu no site da vogue francesa, gente! Euzinha, rainha do jeans e sapatilha, pagando de fashionista fina nos jardins des tuilleries. Rs... Essa historia de figurino eh realmente bem legal. Ha!
Vamos combinar que não é todo dia que isso acontece e eu não tenho a menooor vocação pra achar isso normal e act blasé! tô errada?

segunda-feira, 15 de março de 2010

A SEMANA COM Maria Prata - dia 06

Entre a expo de YSL e o almoço no Le Fumoir, que ela confessou no twitter (@maria_prata) que adora, Maria Prata mantém o figurino du rôle, digamos, da fashion woman show.

À frente da Fashion TV, é o que se espera dela: as peças, as silhuetas e as marcas que gritam moda. Dá para se pautar por ela para saber o que é quente.

Mas o que eu amo na Maria é que a dominatrix não é a moda, mas a severidade quase monástica de se vestir (não me surpreenderia se Céline virasse sua grife-chave!).

Tudo é preciso, sharp, direto ao ponto - e faz todo o sentido que ela tenha o corte de cabelo à Rei Kawakubo (nesta foto, com a franjinha suavizada pelo vento) para um rosto de traços fortes. Mmmm....

Há sempre uma peça que pesa mais (no bom sentido, em oposição a muitas falando ao mesmo tempo). Saber escolher a protagonista e as coadjuvantes é uma lição a se aprender nos novos tempos de novo mínimo na moda.

ps. Os programas de Paris vão ao ar no dia 9 de abril.

Maria Prata, Paris

Usa: Blusa? Marcelo Quadros. Calça? Bobô. Cinto? Reinaldo Lourenço.

Qual a melhor ideia do look? Aqui, é o brilho que faz a diferença. Não é uma blusa que eu usaria na vida real, mas no vídeo ela funciona superbem!

Foto Tatiana Dalla Bona

sábado, 13 de março de 2010

A SEMANA COM Maria Prata - dia 05

Entre a expo de YSL e o almoço no Le Fumoir, que ela confessou no twitter (@maria_prata) que adora, Maria Prata mantém o figurino du rôle, digamos, da fashion woman show.

À frente da Fashion TV, é o que se espera dela: as peças, as silhuetas e as marcas que gritam moda. Dá para se pautar por ela para saber o que é quente.

Mas o que eu amo na Maria é que a dominatrix não é a moda, mas a severidade quase monástica de se vestir (não me surpreenderia se Céline virasse sua grife-chave!).

Tudo é preciso, sharp, direto ao ponto - e faz todo o sentido que ela tenha o corte de cabelo à Rei Kawakubo (nesta foto, com a franjinha suavizada pelo vento) para um rosto de traços fortes. Mmmm....

Há sempre uma peça que pesa mais (no bom sentido, em oposição a muitas falando ao mesmo tempo). Saber escolher a protagonista e as coadjuvantes é uma lição a se aprender nos novos tempos de novo mínimo na moda.

ps. Os programas de Paris vão ao ar no dia 9 de abril.


Maria Prata, Paris

"A foto foi feita no Palais de tokyo, um dos meus museus preferidos por aqui e onde entrevistei o artista plástico Zevs (o cara que derrete os logos das maisons, sabe? www.gzzglz.com"


Usa: Vestido? Alexandre Herch. O resto vc já sabe...

Qual a melhor ideia do look? O que eu gosto deste look é o elemento surpresa: a estampa. Como disse no comentário do primeiro dia, eu nunca uso. Mas ela deu uma iluminada boa no resto do look, todo preto. Gosto também da silhueta do vestido, solta em cima e afunilada na barra.

Foto Tatiana Dalla Bona

sexta-feira, 12 de março de 2010

A SEMANA COM Maria Prata - dia 04

Entre a expo de YSL e o almoço no Le Fumoir, que ela confessou no twitter (@maria_prata) que adora, Maria Prata mantém o figurino du rôle, digamos, da fashion woman show.

À frente da Fashion TV, é o que se espera dela: as peças, as silhuetas e as marcas que gritam moda. Dá para se pautar por ela para saber o que é quente.

Mas o que eu amo na Maria é que a dominatrix não é a moda, mas a severidade quase monástica de se vestir (não me surpreenderia se Céline virasse sua grife-chave!).

Tudo é preciso, sharp, direto ao ponto - e faz todo o sentido que ela tenha o corte de cabelo à Rei Kawakubo (nesta foto, com a franjinha suavizada pelo vento) para um rosto de traços fortes. Mmmm....

Há sempre uma peça que pesa mais (no bom sentido, em oposição a muitas falando ao mesmo tempo). Saber escolher a protagonista e as coadjuvantes é uma lição a se aprender nos novos tempos de novo mínimo na moda.

ps. Os programas de Paris vão ao ar no dia 9 de abril.


Maria Prata e Reinaldo Lourenço, Paris

Usa: Casaco? Acinturado e com capuz, Maria Garcia. Écharpe? Encontrei o Reinaldo em sua casa para uma entrevista (vejam na FTV!) e, como estava um frio do cão, ele me emprestou essa écharpe que automaticamente virou parte do look.

Qual a melhor ideia do look? A écharpe, claro, que quebrou totalmente a monocromia da semana!

Foto Tatiana Dalla Bona

quarta-feira, 10 de março de 2010

A SEMANA COM Maria Prata - dia 02

Entre a expo de YSL e o almoço no Le Fumoir, que ela confessou no twitter (@maria_prata) que adora, Maria Prata mantém o figurino du rôle, digamos, da fashion woman show.

À frente da Fashion TV, é o que se espera dela: as peças, as silhuetas e as marcas que gritam moda. Dá para se pautar por ela para saber o que é quente.

Mas o que eu amo na Maria é que a dominatrix não é a moda, mas a severidade quase monástica de se vestir (não me surpreenderia se Céline virasse sua grife-chave!).

Tudo é preciso, sharp, direto ao ponto - e faz todo o sentido que ela tenha o corte de cabelo à Rei Kawakubo (nesta foto, com a franjinha suavizada pelo vento) para um rosto de traços fortes. Mmmm....

Há sempre uma peça que pesa mais (no bom sentido, em oposição a muitas falando ao mesmo tempo). Saber escolher a protagonista e as coadjuvantes é uma lição a se aprender nos novos tempos de novo mínimo na moda.

ps. Os programas de Paris vão ao ar no dia 9 de abril.

Maria Prata, Paris

Usa: Casaco? Samuel Cirnansck. Legging? Bobô. Botas? Studio TMLS.

Qual a melhor ideia do look? O casaco usado como vestido, coisa que só é possível no frio de matar que faz em Paris. E, claro, eu, que tenho 1,60, só posso usar um casaco nesse comprimento com uma bota dessa altura... Ou então ia ficar mais micro ainda do que sou!

Foto Tatiana Dalla Bona

terça-feira, 9 de março de 2010

A SEMANA COM Maria Prata - dia 01

Entre a expo de YSL e o almoço no Le Fumoir, que ela confessou no twitter (@maria_prata) que adora, Maria Prata mantém o figurino du rôle, digamos, da fashion woman show.

À frente da Fashion TV, é o que se espera dela: as peças, as silhuetas e as marcas que gritam moda. Dá para se pautar por ela para saber o que é quente.

Mas o que eu amo na Maria é que a dominatrix não é a moda, mas a severidade quase monástica de se vestir (não me surpreenderia se Céline virasse sua grife-chave!).

Tudo é preciso, sharp, direto ao ponto - e faz todo o sentido que ela tenha o corte de cabelo à Rei Kawakubo (nesta foto, com a franjinha suavizada pelo vento) para um rosto de traços fortes. Mmmm....

Há sempre uma peça que pesa mais (no bom sentido, em oposição a muitas falando ao mesmo tempo). Saber escolher a protagonista e as coadjuvantes é uma lição a se aprender nos novos tempos de novo mínimo na moda.

ps. Os programas de Paris vão ao ar no dia 9 de abril.

Maria Prata, Paris

Usa: Vestido? Lucas Nascimento para Têca. Cinto? Reinaldo Lourenço. Bolsa? Alexander Wang. Legging? Forum. Botas? Studio TMLS.

Qual a melhor ideia do look? O tricô do Lucas, que tem uma pegada meio gótica, dark, pouco comum a peças de tricô.

Foto Tatiana Dalla Bona

segunda-feira, 8 de março de 2010

A SEMANA COM Consuelo Blocker - dia 7

Consuelo e eu nos conhecemos há uns bons cinco anos. Ela sentou entre mim e a mãe, Costanza Pascolato, num desfile do SPFW.

Eu me lembro até hoje da roupa: uma camiseta simples, uma saia lápis, uma sapatilha Prada usaaaada e com amor. Era tão simples, tão feminino e tão poderoso - e, principalmente, tão sem afetação, que eu e minha enorme boca não pudemos deixar de elogiar. Foi assim que viramos amigas - Consu para mim, Simon para ela...

Não era tanto pela roupa e sim como a roupa caía perfeitamente no corpo e ocupava um certo segundo plano, como toda roupa deve ocupar. (Se a roupa chega antes, me pergunto em que ponto do caminho se perdeu a personalidade.)

O que ficou, comme il faut, é a lembrança de um sorriso gigantesco e absolutamente sedutor (vocês vão ver nas fotos, a Consu é matadora!), uma mulher linda, feliz, de ironia fina e inteligente. E de verdade: na época, Consu brincou ser uma ousadia usar a saia lápis para mostrar as pernocas, que não são dois palitos. Daquelas quase insegurançazinhas típicas de todas nós.

Para a tecelagem da família, a Santaconstancia, Consu deixa a casa e os filhotes em Florença e ruma para as semans de moda.

Agora está em Milão para o inverno 2010, de onde twitta what's next. Follow her @Santaconstancia e aqui, onde ela divide os segredos de ser uma mulher na + além da moda.


Consuelo Blocker, 7mar
Paris
"Então, a surpresa é que cortei os cabelos... Gostaram? Corto com Delphine Courteille em Paris, a Costanza também. O site dela é www.delphinecourteille.com, tel +33 1 47 03 35 35. Ela tem um salão lindo perto da Concorde, é lá que estou nesta foto...com a tesoura ainda soltando fumaça... Sabedoria: Minha mãe, Costanza, sempre diz: "mais vale um ótimo corte de cabelo, mesmo se caro, do que um sapato caro novo..."."

Usa: O suéter de caxemira é da marca italiana BP Studio, a pele trançada da Fendi, calça Prada e botinha Ferragamo.

Qual a melhor ideia do look? Não há imaginação que possa imaginar o frio que estava em Paris neste domingo. Então, pus camada sobre camada e amarrei com um cinto... Um pouco como Balenciaga fez no desfile desta semana, exagerando o volume mas ancorando tudo e marcando a cintura. Gosto do jeito que o cabelo, a écharpe e o cinto tem o mesmo tom.


Adorei passar estes dias com vocês, me diverti! Simon, super 'brigs! Beijos congelados a todos!!!!

sábado, 6 de março de 2010

A SEMANA COM Consuelo Blocker - dia 6

Consuelo e eu nos conhecemos há uns bons cinco anos. Ela sentou entre mim e a mãe, Costanza Pascolato, num desfile do SPFW.

Eu me lembro até hoje da roupa: uma camiseta simples, uma saia lápis, uma sapatilha Prada usaaaada e com amor. Era tão simples, tão feminino e tão poderoso - e, principalmente, tão sem afetação, que eu e minha enorme boca não pudemos deixar de elogiar. Foi assim que viramos amigas - Consu para mim, Simon para ela...

Não era tanto pela roupa e sim como a roupa caía perfeitamente no corpo e ocupava um certo segundo plano, como toda roupa deve ocupar. (Se a roupa chega antes, me pergunto em que ponto do caminho se perdeu a personalidade.)

O que ficou, comme il faut, é a lembrança de um sorriso gigantesco e absolutamente sedutor (vocês vão ver nas fotos, a Consu é matadora!), uma mulher linda, feliz, de ironia fina e inteligente. E de verdade: na época, Consu brincou ser uma ousadia usar a saia lápis para mostrar as pernocas, que não são dois palitos. Daquelas quase insegurançazinhas típicas de todas nós.

Para a tecelagem da família, a Santaconstancia, Consu deixa a casa e os filhotes em Florença e ruma para as semans de moda.

Agora está em Milão para o inverno 2010, de onde twitta what's next. Follow her @Santaconstancia e aqui, onde ela divide os segredos de ser uma mulher na + além da moda.


Consuelo Blocker, 6mar
Paris
"Paris é uma experiência completamente diferente da de Milão. Os desfiles são mais espalhados e dá para curtir a cidade mais."

Usa: Estou supercoberta porque faz frio. Além do fato de que sobreposicão está super IN, como se pode ver em vários blogs de moda.

Qual a melhor ideia do look? Adoro este casaco Miu Miu do último inverno. O corte faz com que, quando aberto, pareça quase uma capa. É chic, clássico mas também moderno.

Beijos e até amanhã com uma grande surpresa!!