domingo, 25 de outubro de 2009

O que faz uma boa capa de glossy neste século 21 - década 2?

Mais e mais eu me pergunto isso. Como torná-las atraentes? Que linguagem usar em compasso com o hoje?

Gosto desta, Vogue França novembro 2009:

Diz no vogue.fr:
" 'Se luxo e originalidade são duas características de Vogue, é mais aqui: nós fomos mais longe e vivemos a moda ao extremo. Extremos na ideias, na inspiração e na desmedida'", disse Carine Roitfeld, diretora de redação da Vogue Paris, sobre a edição de novembro.

É um número que enaltece a originalidade assumida, a personalidade exacerbada e tomada de postura audaciosa.

A alta costura encontra o street style e o grafite, as estampas de bicho se acumulam e viram camuflagem e o bofy painting se inspira em Keith Haring na série Keith Me que descobrimos na revista. Relógios com diamantes e objetos ultraluxo nos tiram do sério, a imagem da casa dos Rosen em NY, onde descobrimos numa visita guiada uma impressionante coleção de pop art.

Nas bancas 28 de outubro."




E de algumas capas da edição de colecionadores da Elle Reino Unido, como esta:
Gosto da atitude, a roupa é moda pura e esta chamada promete o aqui e agora. Mas, no geral, a chamada única fala da celeb e, ainda que estejamos vivendo a ditadura da celebridade, ser totalmente calcada na figura da famosa é algo que me incomoda.


ps. Para uma retrospectiva do gosto – e da evolução das capas de Vogue Paris – vale caminhar pela Champs Elysées até 1nov. Os 90 anos da edição francesa são comemorados com impressões giga colocadas na calçada e aqui. Sem viagem bookada para Paris? Navegue pelas páginas do catálogo Vogue Covers 1920-2009, de Sonia Rachline, publicado pela Ramsay.

Um comentário:

Carol Domingues disse...

Gosto de capas diferentes tb, que chamam a atenção. Só queria ter o $$$ para ver a exposição hahahaha

Bjossss