Louise Brooks, atriz, 1920s
sábado, 28 de fevereiro de 2009
FASHION GURU Edna Woolman Chase sobre glossies nos tempos difíceis
Edna Chase, no centro, e, à direita, Iva Patcevitch, presidente da Condé Nast, numa jam session no estúdio do fotógrafo Gjon Mili, da Life. NY, 1943. Edna Woolman Chase, a editora que mais tempo ficou à frente da Vogue América – entre 1914 e 1951 – fez um discurso diante do Fashion Group de Nova York, em 1941, que bem poderia retumbar nos ouvidos de hoje diante da nova situação econômica do mundo:
"Quando sou questionada sobre a guerra, as pessoas me perguntam 'será muito difícil editar uma revista de luxo como a Vogue em tempos como esses? Você acredita que haja esperança de sobrevivência?'. Minha resposta é... que tipo de revista você pensa que é Vogue? Moda não seria moda se não conformasse o espírito, as necessidades e as restrições da sua época."
Sábia Chase.
COM QUE ROUPA? trabalhar em pleno sábado de sol
Duro Olowu, verão 2009Tem que ser relax para combinar com o sábado - que dá, certamente, para aproveitar depois da hora extra - e com shapes que dêem uma imagem 'séria', vulgo alfaiataria.
Então, camiseta, paletó e calça, tudo no mix de estampas coordenadas apenas pelas cores.
Divertido, confortável e imponente na medida.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
MÁXIMA DO DIA Roland Barthes
"A parte mais erótica do corpo não é justamente aquela a que a roupa permite dar uma espiadela?"
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
BELEZA PURA falso zero make

Dries Van Noten, verão 2009A imagem é de pele perfeita de berço, naturalmente bem acabada. É um retorno à simplicidade e a uma certa androginia que marcou os anos Twiggy na moda: tudo é apagado, principalmente a boca – num oposto do sexy Sophia Loren – e só os olhos aparecem. Aqui, entra o delineador no lugar no lugar de maxicílios postiços (a não ser que você queira investir em Shu Uemura para Viktor & Rolf).
Com preto, camiseta e perfecto, é muito back to basics.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
BOA APLICAÇÃO estampa de cashmere
Jaeger London, verão 2009Cashmere – a estampa em forma de 'plasmodium' (lembra das aulas de ciência do primeiro grau?), não a lã fina da região da Caxemira – é um desses hits de verão com lugar garantido em qualquer estação. No próximo inverno, vai provar que tem longa vida na mistura com xadrez. Por ora, camisas/camisetas de seda dão conta do look.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Shopping bag é a nova IT-bag

Chanel, verão 2009Deixe para Karl Lagerfeld transformar em comédia aquilo que poderia ser uma tragédia. Enquanto todo mundo fala em 'o fim da IT-bag' e a queda no consumo, Lagerfeld inventa uma nova bolsa que nada mais é a versão em couro – portanto, perene – da sacola de compras da Chanel.
O que significa que você investe numa e, quando estiver deprimida por não ter feito mais uma comprinha na Chanel numa certa semana, sai às ruas com a sua eternal shopping bag. Todo mundo (inclusive você) vai pensar que você acaba de sair da loja na Rue Cambon e vai ficar imaginando o que tem dentro da sacola. Só que ela está vazia.
Isso sim é placebo!
ps. eu não poderia me importar menos com a dita morte da IT-bag, que já está em coma há um tempo. Detesto carregar peso e encaro a bolsa como uma âncora que mantém você presa a um lugar (como Diana Vreeland, acredito piamente em bolsos). É claro que dá para imaginar diferente: a bolsa é sua malinha mínima e com ela nas mãos você pode largar tudo que não cabe nela para trás e cair no mundo. Mas eu acho que os sapatos cumprem essa função muito melhor. São eles que colocam você com o salto na estrada – sem qualquer peso e sem qualquer documento, livre para ser quem você quiser e ir aonde quiser. É a fantasia suprema!
DESOBEDIÊNCIA MODAL noiva de míni
domingo, 22 de fevereiro de 2009
PEQUENO DICIONÁRIO ILUSTRADO DE MODA chartreuse
Enquanto você não prepara a pipoca para assistir ao desfile de moda mais pop da temporada, vale lembrar que há 12 anos, Nicole Kidman teve seus quinze minutos de boa fama – apesar de certas más línguas ao usar chartreuse na 69. edição do Oscar.
Quer saber o que é chartreuse? Incorpore já ao vocabulário!
Quer saber o que é chartreuse? Incorpore já ao vocabulário!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
COM QUE ROUPA? spaghetti & vinhos chez amigos
MÁXIMA DO DIA Christian Lacroix
"O design dá à vida uma certa teatralidade. Leva a vida além da realidade."
Sissi's vintage óculos
Tive uma uma fase óculos-obsession e colecionei todo tipo de modelo que pude. Agora eles estão livres para encontrar outros rostinhos para enfeitar. Dos mais esportivos ao tipo diva, estão todos no Sissi's vintage.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A TEORIA DO mais do mesmo
No ano passado, numa das vezes em que Marie Rucki – a personificação do Berçot – esteve em São Paulo, ela disse que tudo já foi feito. Nada mais há para ser criado. Não haverá uma calça de três pernas ou um novo susto como o smoking ou a minissaia. Daqui por diante, faremos pequenas revoluções de comportamento, reeditaremos o passado com olhos contemporâneos (ou não, com olhos do passado mesmo) e veremos mais do mesmo.
É justo. Parece que esgotamos todas as possibilidades do século 20 e vivemos agora de requentá-las. E entramos o século 21 com um assunto que parece novo, mas que, na verdade, está em pauta desde a década de 1980: sustentabilidade. E como isso vai afetar nosso dia-a-dia e, inevitavalmente, nosso jeito de vestir e de consumir.
Nesse sentido, Stella McCartney e Osklen – por exemplo – são a fina flor do prafrentex (para reeditar uma expressão cinquentinha). Não necessariamente em termos de proposta estética já que a especialidade de ambos é reeditar o passado, no caso de Stella, e a rua, no caso de Oskar, de um jeito 'hoje'. Stella veste mulheres cuja carreira e família são totalmente compatíveis com sex appeal. É a sua imagem e semelhança, apoiada em clássicos revisitados da alfaiataria e na vida flower power (pense maxitricôs) que ela levou com os pais no melhor estilo Mull of Kintyre. Oskar Metsavaht dá finesse para o streetwear. Moletom-couture, num exagero de poesia, parece, no fim das contas, uma solução para os desencanados tempos modernos. É um jeito de se vestir sem se sentir 'se arrumando'.
O que faz deles '21' é a postura verde diante da criação. Se consumo consciente para os consumidores significa gastar muito menos, para os estilistas é justamente buscar alternativas para "compras zero-culpa": matéria-prima orgância e vegetal, processos não-poluentes, energia eólica, reciclagem. Quanto mais responsável o consumidor, mais exigências se faz: não ao trabalho escravo, remuneração decente ao empregados, condições humanas de trabalho. Paga-se feliz pelo jogo limpo por trás da etiqueta – e não mais pela etiqueta pura e simples. O status, no futuro, será outro.
Mas ser verde é apenas um o jeitos de ser relevante agora.
Os estilistas respondem de maneiras diferentes aos cutucões desse começo de novos tempos. Na temporada de Nova York (inverno 2009/10), a resposta vem como um déjà vu. Há mais do mesmo, milimetrica e confortavelmente no lugar: a cintura, o preto, o cabelo. Há um replay unânime dos anos 1980, com meia-arrastão, assimetrias/geometrias, pink/laranja ácidos, penteados pós-punk/new wave, botas altas, short e meia-calça, perfecto, óculos-máscara.
Presos entre o crash da economia americana e a necessidade de fazer algo vendável, os estilistas de lá parecem ter respondido com o exagero oitentista que o país experimentou depois de superar a crise do petróleo, de 1973 (economistas declaram que a situação de hoje é, afinal, um replay desses piores tempos para eles).
Marc Jacobs, que fez um dos melhores desfiles da sua carreira na estação passada, deu uma aula de história club dos 1980. E explicou para o NYT que não sabia o que fazer diante da crise a não ser voltar a um tempo em que as mulheres tinham prazer em se arrumar, com A maiúsculo. O problema é que Jacobs é mestre em ser atual. História, para ele, é só um componente da criação. Não o todo. Como show, não palpitou (embora as roupas, separadas, tenham sempre apelo no showroom). Foi como entrar no acervo da mãe e brincar de dress up com as amigas.
Essa resposta é condenável? É difícil de dizer. Jacobs quer se divertir, quer que as garotas se divirtam – como já se divertiram no passado. Mas as coisas já não são como eram antes, como diria Marvin Gaye, e até Oscar de la Renta e sua clientela acima de qualquer dilema bancário sabem disso.
Como as coisas serão é que são elas. Se eu soubesse, não estaria aqui. Estaria na vanguarda da moda.
E se mais do mesmo é que veremos por um bom tempo, em breve vamos zerar os 1980s e revisitar os 1990. Vou sair já em busca da minha camiseta branca perfeita (de algodão orgânico) e de jeans ideal (tingido com índigo real, feito no tear do século 19 e sem poluir o ambiente). Nada será tão século 21. Pelo menos até o século 21 de fato chegar.
É justo. Parece que esgotamos todas as possibilidades do século 20 e vivemos agora de requentá-las. E entramos o século 21 com um assunto que parece novo, mas que, na verdade, está em pauta desde a década de 1980: sustentabilidade. E como isso vai afetar nosso dia-a-dia e, inevitavalmente, nosso jeito de vestir e de consumir.
Nesse sentido, Stella McCartney e Osklen – por exemplo – são a fina flor do prafrentex (para reeditar uma expressão cinquentinha). Não necessariamente em termos de proposta estética já que a especialidade de ambos é reeditar o passado, no caso de Stella, e a rua, no caso de Oskar, de um jeito 'hoje'. Stella veste mulheres cuja carreira e família são totalmente compatíveis com sex appeal. É a sua imagem e semelhança, apoiada em clássicos revisitados da alfaiataria e na vida flower power (pense maxitricôs) que ela levou com os pais no melhor estilo Mull of Kintyre. Oskar Metsavaht dá finesse para o streetwear. Moletom-couture, num exagero de poesia, parece, no fim das contas, uma solução para os desencanados tempos modernos. É um jeito de se vestir sem se sentir 'se arrumando'.
O que faz deles '21' é a postura verde diante da criação. Se consumo consciente para os consumidores significa gastar muito menos, para os estilistas é justamente buscar alternativas para "compras zero-culpa": matéria-prima orgância e vegetal, processos não-poluentes, energia eólica, reciclagem. Quanto mais responsável o consumidor, mais exigências se faz: não ao trabalho escravo, remuneração decente ao empregados, condições humanas de trabalho. Paga-se feliz pelo jogo limpo por trás da etiqueta – e não mais pela etiqueta pura e simples. O status, no futuro, será outro.
Mas ser verde é apenas um o jeitos de ser relevante agora.
Os estilistas respondem de maneiras diferentes aos cutucões desse começo de novos tempos. Na temporada de Nova York (inverno 2009/10), a resposta vem como um déjà vu. Há mais do mesmo, milimetrica e confortavelmente no lugar: a cintura, o preto, o cabelo. Há um replay unânime dos anos 1980, com meia-arrastão, assimetrias/geometrias, pink/laranja ácidos, penteados pós-punk/new wave, botas altas, short e meia-calça, perfecto, óculos-máscara.
Presos entre o crash da economia americana e a necessidade de fazer algo vendável, os estilistas de lá parecem ter respondido com o exagero oitentista que o país experimentou depois de superar a crise do petróleo, de 1973 (economistas declaram que a situação de hoje é, afinal, um replay desses piores tempos para eles).
Marc Jacobs, que fez um dos melhores desfiles da sua carreira na estação passada, deu uma aula de história club dos 1980. E explicou para o NYT que não sabia o que fazer diante da crise a não ser voltar a um tempo em que as mulheres tinham prazer em se arrumar, com A maiúsculo. O problema é que Jacobs é mestre em ser atual. História, para ele, é só um componente da criação. Não o todo. Como show, não palpitou (embora as roupas, separadas, tenham sempre apelo no showroom). Foi como entrar no acervo da mãe e brincar de dress up com as amigas.
Essa resposta é condenável? É difícil de dizer. Jacobs quer se divertir, quer que as garotas se divirtam – como já se divertiram no passado. Mas as coisas já não são como eram antes, como diria Marvin Gaye, e até Oscar de la Renta e sua clientela acima de qualquer dilema bancário sabem disso.
Como as coisas serão é que são elas. Se eu soubesse, não estaria aqui. Estaria na vanguarda da moda.
E se mais do mesmo é que veremos por um bom tempo, em breve vamos zerar os 1980s e revisitar os 1990. Vou sair já em busca da minha camiseta branca perfeita (de algodão orgânico) e de jeans ideal (tingido com índigo real, feito no tear do século 19 e sem poluir o ambiente). Nada será tão século 21. Pelo menos até o século 21 de fato chegar.
A SEMANA COM Carolina Porto - dia 07
Estilista da Mixed Kids, Carolina Porto tem uma elegância de mulher adulta, daquelas que se divide entre trabalho e casa sem nunca perder o equilíbrio sobre os saltos. E usa calças como quem está de saia-lápis. E, hoje, saia-lápis com conforto e segurança como quem está de jeans!

Usa: Camiseta? Gap. Saia, cinto e sapatilhas? Mixed. Bolsa? Goyard.
Qual a melhor ideia do look? Foi uma roupa agradável para esse calorão que está fazendo!!!
Usa: Camiseta? Gap. Saia, cinto e sapatilhas? Mixed. Bolsa? Goyard.
Qual a melhor ideia do look? Foi uma roupa agradável para esse calorão que está fazendo!!!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
ROUPAS DO OFÍCIO quinta de chemisier
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
ROUPAS DO OFÍCIO quarta de paletó Wall Street
É JOIA! anéis em família


Dries Van Noten, verão 2009O 'seu vizinho' e o dedo mínimo são meus favoritos para colocar anéis. A mão fica mais feminina e alongada. Bem lady.
É claro que existem outras combinações ótimas: indicador e 'seo vizinho', indicador e 'pai de todos', os três juntos... É mais boho ou mais rock - daí depende do modelo escolhido. Dá para ir de Marisa Berenson/Kate Olsen a Karl Lagerfeld e sua pilha de Chrome Hearts.
Enfim, Dries Van Noten sugere a mistura de esferas douradas e prateadas, todas da mesma família num jogo de cores, espaços e proporções. É uma leitura limpa para algo que poderia ser um replay óbvio dos anos 1950. Unhas ao natural ajudam a manter tudo mais contemporâneo.
BELEZA PURA fivela de couro
Bottega Veneta, verão 2009Cabelos presos não precisam ser sinônimo de festa. A escolha do acessório que vai deixar a nuca à mostra rege se o penteado se segura à luz do dia.
Feito de couro, esse (me lembra tanto um modelo meu dos anos 1980) levanta qualquer moral. é simples, rápido de colocar, segura cabelos volumosos e ainda dá aquele efeito displicente que pode ser conveniente em certos ambientes certinhos demais. Desconcerta sem que você corra o risco de ganhar um cartão vermelho.
BOA APLICAÇÃO cardigã de cashmere com estampa de onça
Christopher Kane, verão 2009Então, começou o inverno 2009/10 e eu estou vendo as fotos a ponto de me dar dor no trapézio. Em Nova York – obrigada, estilistas – o bicho está à solta. O que confirma que a estampa de onça (zebra ou tigre, literal ou camuflada) vai estar eternamente nos nossos closets. Tão melhor do que usar o próprio bicho e tão facilmente brasileiro.
Um bom cardigã é a peça certa porque: 1) tem vida longa. 2) acalma o lado sexy da estampa. Numa peça transparente, decotada, a onça tem tudo para virar uma pornoroupa, se é que você me entende... 3) é versátil. Deixa mais selvagem a camisa branca do trabalho de todo santo dia, tira o coquetês excessivo de um cocktail dress, solta a fera de um costume. Por aí vai.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
COM QUE ROUPA? cinema na segunda a dois
A SEMANA COM Carolina Porto - dia 06
Estilista da Mixed Kids, Carolina Porto tem uma elegância de mulher adulta, daquelas que se divide entre trabalho e casa sem nunca perder o equilíbrio sobre os saltos. E usa calças como quem está de saia-lápis.

Usa: Camiseta? Zapalla. Écharpe? Anthropologie. Cinto? Hermès. Jeans? Mixed. Sandálias? Mixed.
Qual a melhor ideia do look? É típico de segunda-feira: jeans e camiseta!
Usa: Camiseta? Zapalla. Écharpe? Anthropologie. Cinto? Hermès. Jeans? Mixed. Sandálias? Mixed.
Qual a melhor ideia do look? É típico de segunda-feira: jeans e camiseta!
A SEMANA COM Carolina Porto - edição fim de semana
Estilista da Mixed Kids, Carolina Porto tem uma elegância de mulher adulta, daquelas que se divide entre trabalho e casa sem nunca perder o equilíbrio sobre os saltos. E usa calças como quem está de saia-lápis.
Usa: Calça de veludo? Hudson. Camiseta, colete & colar ? Mixed. Sapatilhas? Chanel.
Qual a melhor ideia do look? Deu vontade... uma roupa para ir ao shopping e levar os meninos a uma festa.

Usa: Esse look é total Mixed!! Com exceção da bolsa e da tiara de correntes, que comprei na Accessorize no próprio sabado!
Qual a melhor ideia do look? A melhor ideia foi jantar fora!
(foto: obrigada, Ciro)
Qual a melhor ideia do look? Deu vontade... uma roupa para ir ao shopping e levar os meninos a uma festa.
Usa: Esse look é total Mixed!! Com exceção da bolsa e da tiara de correntes, que comprei na Accessorize no próprio sabado!
Qual a melhor ideia do look? A melhor ideia foi jantar fora!
(foto: obrigada, Ciro)
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Sissi's vintage
Criei outro blog, Sissi's Vintage, para dividir com você todas as posses que já me fizeram feliz um dia, mas que agora precisam encontrar novos lares para alegrar.
Clique e comente, clique e compre. E entre para o século 21, o século da responsabilidade e da reciclagem.
(ps. no ar agora três pares de brincos de cristal dos anos 1990)
Clique e comente, clique e compre. E entre para o século 21, o século da responsabilidade e da reciclagem.
(ps. no ar agora três pares de brincos de cristal dos anos 1990)
LONGA VIDA camisa jeans
Giles, verão 2009No inverno 2008 e no verão 2008, a camisa jeans foi salva das trevas. Se você invetiu num modelo, investiu bem.
Ela sobrevive no verão 2009 – muda apenas o jeito de usar.
Sai os 1970 e o clima fim de semana. Entra uma vontade de jogá-la nos cinco dias de labuta. Para dar a seriedade necessária, use com saia-lápis.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
COM QUE ROUPA? pizza com amigos & crianças
A SEMANA COM Carolina Porto - dia 04
Estilista da Mixed Kids, Carolina Porto tem uma elegância de mulher adulta, daquelas que se divide entre trabalho e casa sem nunca perder o equilíbrio sobre os saltos. E usa calças como quem está de saia-lápis.

Usa: Camiseta, jaqueta, sapatilha? Mi.... Jeans? Zara.
Qual a melhor ideia do look? Aproveitar o "friozinho" e a chuva para usar essa jaqueta que eu adoro!!!
(foto: Ciccy Halpern)
Usa: Camiseta, jaqueta, sapatilha? Mi.... Jeans? Zara.
Qual a melhor ideia do look? Aproveitar o "friozinho" e a chuva para usar essa jaqueta que eu adoro!!!
(foto: Ciccy Halpern)
NA DÚVIDA look do estilista Rio, inverno 2009
Você já ouviu que as roupas são seu cartão de visita. Então, você avalia um estilista pela coleção que acabou de apresentar ou pelo look final, aquele que ele mesmo veste para os agradecimentos finais na passarela?
A votação do melhor look continua. Clique aqui.
A votação do melhor look continua. Clique aqui.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
É NOVO! p&b
A SEMANA COM Carolina Porto - dia 03
Estilista da Mixed Kids, Carolina Porto tem uma elegância de mulher adulta, daquelas que se divide entre trabalho e casa sem nunca perder o equilíbrio sobre os saltos. E usa calças como quem está de saia-lápis (nesse caso, vestido como uma lady).

Usa: Vestido? Mixed. Sandálias? Sergio Rossi. Bolsa? Chanel. Colar? Não lembro!
Qual é a melhor ideia do look? (Carol esqueceu de dizer, mas eu acredito que seja revelar as pernas depois de um dia de trabalho de calças.)
(foto: Ciccy Halpern)
Usa: Vestido? Mixed. Sandálias? Sergio Rossi. Bolsa? Chanel. Colar? Não lembro!
Qual é a melhor ideia do look? (Carol esqueceu de dizer, mas eu acredito que seja revelar as pernas depois de um dia de trabalho de calças.)
(foto: Ciccy Halpern)
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